quinta-feira, 4 de agosto de 2005

Abin vê relação entre atentado escatológico em universidade e crise em Brasília

Atentado cometido por terroristas disfarçados de estudantes de história pode ter o dedo sujo (de merda) de Michael JEfferson

Do enviado especial a Brasília, com apoio do Comando anti-terrorismo inglês, que não se cansa de caçar brasileiros

A Abin, Agência Brasileira de Indigência, já detectou indícios de conexão entre o terror e a crise em Brasília. Técnicos do Departamento Anti-bombas Fétidas (Dabfet-Abin), após encaminharem os feridos a centro médico especializado para um tratamento de desintoxicação pneumodorífera, falaram com exclusividade a A Primeira Vítima e mencionaram o nome de Michael Jefferson como possível mentor do ataque contra a direção da Unesp.

Odorival Nariso, comandante em chefe do Dabfet foi taxativo. "Eu vejo o dedo de Michael Jefferson nesse atentado. Depois de jogar a m... no ventilador de Brasília, ele parece querer levar a crise para dentro do meio universitário nacional."

Nariso foi além e advertiu seu suspeito: "Se o senhor Jefferson pensa que conseguirá instalar na academia nacional o caos que levou a Brasília, está muito enganado! Ele só teve sucesso na cúpula do poder nacional porque o governo e o legislativo nacionais não leram com atenção a cartilha anti-escatológica do Dabfet. Nela esta escrito em letras garrafais no artigo 113,5 parágrafo 816 a seguinte advertência para os casos de atentado escatológico: 'Quanto mais mexe, mais fede'."

O Dabfet foi criado em 2003, depois que um atentado similar foi registrado em uma escola de comunicação de outra importante universidade paulista. Na ocasião, A Primeira Vítima noticiou com exclusividade o ato terrorista que, embora de proporções inacreditáveis, não feriu ninguém.

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