quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Depois da Aftosa e da Maculosa, nova febre ganha adeptos mundo afora

Jovens agressivos maliciosamente batizaram a doença que os atacou de Cabulosa

Do release do estudo encomendado pela Associação Brasileira dos Cidadãos de Bem

Temendo prejuízos para a paz social, para a ordem constituída e para as exportações, a Associação Brasileira dos Cidadãos de Bem encomendou estudo inédito em que identifica a febre que atinge milhares de jovens franceses, bilhões de palestinos e meia dúzia de brasileiros que pedem dispensa da seleção. É a febre cabulosa, "sentimento que surge do seu íntimo, tá ligado, e move tua mão até a pedra e a pedra até o alvo, se ligou?", na definição de um mano francês.

Segundo um economista comum, a Cabulosa, assim como a Aftosa e a Maculosa, exigem do profissional de hoje em dia decisões rápidas e um reposicionamento eficiente no mercado. Assim atuam hoje as empresas automobilísticas francesas, lançando a promoção Traga seu carro queimado, ganhe um brinde na compra de um novo.

No Brasil, a Cabulosa se manifestou em protestos contra reitoras loiras, brigas de torcidas e rinhas de galo. "Mas como a elite aqui é arcaica, não soube lucrar em cima", avalia Lourdes, líder da tendência "As pacatas cobradoras de estacionamentos de Shoppings", que tenta pela oitava vez chegar à presidência da ABCB, defendendo uma gestão mais simplificadora. "É simples. Ou é bom, ou é mau. Ou é de bem, ou é de mal. Deu nota de 10, o troco é em moedinha. Deu de 50, é em nota. E tenha uma boa noite".

Segundo ela, a ABCB não deve perder tempo financiando estudos complexos, mas defender a educação básica e simples a todos: "uma educação que não tive, mas que aprendi na prática". A atual diretoria da ABCB discorda que essa seja a solução para acabar com a febre Cabulosa que atinge nossa juventude desviada.

2 comentários:

Roberto Iza Valdes disse...
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Roberto Iza disse...
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