sexta-feira, 8 de abril de 2016

Exclusivo: Dilma sabia de tudo

Documentos revelam detalhes da participação

O rapaz, antes de provar o café / arquivo pessoal
DO PROJAC

A Primeira Vítima, como lhe é peculiar, obteve com exclusividade documentos que revelam a participação inequívoca de Dona Dilma no atentado ao jornalista Humilha Boné, carismático apresentador do “Jornal Intencional”, daquela emissora lá, sabe? Sabe, né.

“Deixei bem claro! Somente quatro gotinhas!!”, esbravejou o rapaz ao provar seu cafezinho em xícara de 60 ml customizada, exatamente às 16h23, como faz pontualmente todos os dias, referindo-se à quantidade de adoçante adicionado à bebida. 

APV apurou que foram adicionadas cinco gotinhas. Que coisa

Dona Dilma, copeira com mais de 45 anos de experiência, fora contratada na quinta-feira (7) para atender exclusivamente ao muito do perfeito do jornalista. Era. Não é mais. “Tenho aqui o whats [mensagem do comunicador Whatsapp] que mandei pra ela com a porra da instrução: não se esqueça: são quatro gotinhas, caralho!!”, explicou ele para justificar a demissão por justíssima causa.


O outro lado
A reportagem não tá nem aí em ouvir o outro lado. Se vira, Dona Dilma.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Exclusivo: Ex-presidente declara guerra

“Agora eu vou pro pau”, bradou ele

O ex-presida declarando guerra na lata / arquivo pessoal


DA PRAIA, TOMANDO UM SOLZINHO 

A Primeira Vítima flagrou o exato instante em que o ex-presidente Lulla declarou guerra. Foi antes de lançar os dadinhos numa eletrizante partida de War, jogo militar de estratégia, com os netinhos num aprazível sítio que pediu para não ser identificado. 

Lembra desse joguinho muito legal? / arquivo pessoal
Era lá pela oitava rodada, ainda na fase de fortalecimento dos exércitos, quando um dos netinhos do ex-presida fez um ataque surpresa a um peculiar país da América do Sul de posse do avô, que faz fronteira com Guiana, Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. 

Ao ver a surpreende ação do pirralho, Lulla bradou: “Agora vou pro pau!”. E iniciou-se um puta quebra-pau no tabuleiro, com uma hecatombe de fazer orgulho a qualquer fanático religioso que é chegado num apocalipse.

Outro lado
Aédis segurarndo o... / arquivo pessoal
A aposição já se mobiliza. O líder do Partido dos Sagrado Devotos do Brasil (PSDBr), sem-andor Aédis Neve Branquinha-Branquinha, conclamou seus pares. “Cadê o comprovante de compra? Pediu CPF na nota? Foi no débito ou crédito? Cartão corporativo? Enfim, vamos pedir para nossos queridos amigos da Polícia Faz-Geral investigarem esse suspeito joguinho. Isso não me cheira bem!”, latiu o sem-andor. 

Ao ser informado pela reportagem de APV de que a edição utilizada do War era classificada como “de luxo”, o sem-andor ficou ainda mais indignado, tipo vermelhão de raivinha, mordeu os lábio, quase se ferindo. “Isso é uma pouca vergonha”, rosnou ele educadamente.

Ao vencendor, as batatas / arquivo pessoal
O netinho negou veemente que o ex-presidente tenha vencido a partida. “Não adiantou nada o vovô ficar todo nervosinho. Detonei! Ele só tinha uma granadinha [menor unidade militar do jogo] e ataquei com 5 tanques de guerra [maior unidade na versão “luxo”, aquela que vem num belo latão preto].” A Primeira apurou com outros netinhos que não quiseram se identificar que Lulla é um pato no War.

O nosso lado 
Consciente do seu dever de bem informar o cidadão de bem e contribuir para o melhor exercício possível da cidadania, APV promove bate-boca com internautas em nosso portal sobre qualquer assunto que julgarem pertinente falar merda sem limites. Vencerá quem conseguir extirpar – virtualmente, tá?; assim, assim, de brincadeirinha, né? – o amiguinho do outro lado da tela. A regra é clara: “se matem à vontade”.