segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Pinel de Primeira: "Dá uma saudade..."

Por Olvídio Mor Horelhãns

Feliz Natal! A corrida pela manutenção do cargo de primeiro escalão está fazendo com que ministros se antecipem. Um deles já desejou feliz Natal a Lulla, que intrigado indagou o cumprimento. “Quero ser o primeiro”, disse o sujeito, que emendou: “Se espirrar, presidente, saúde!”.

Foi mau. Na ânsia de mostrar serviço, um assessor de um parlamentar reeleito enviou, por engano, passagens a duas de suas dezesseis amantes para a posse no Congresso. O barraco foi total no gabinete do cidadão, momentos antes do início da cerimônia de posse.

Sensação. Um amigo de um primo de um ex-faxineiro da casa de um ex-funcionário da Câmara disse que um amigo de um tio da mulher de um copeiro da Casa falou que viu uma mala preta percorrendo os corredores do Congresso durante as eleições no Legislativo.

Pra cartão. O ex-presidente da Câmara e atual sem-rumo, Alto Consuelo, rebateu a afirmação do presidente eleito, Quelindo Kinalha, de que houve uma “discreta canelada” na base, o a teria rachado. “Eu ainda não vi o replay da jogada, mas pra mim foi uma violentíssima entrada por trás. Coisa pra cartão.”

Perspectiva. Um profundo conhecedor das mentes e corações de senadores faz a seguinte análise da votação recebida por José Pepino Maya (PFL-RN) na corrida pela presidência da Casa. Foram 28 indicações. Somando seus colegas de partido e do PSDBr, deveria ser 30 votos. “Na verdade, a trairagem foi dos 28 e não dos dois ausentes.”

Recordar é viver. No seu primeiro discurso no Senado, o ex-presidente Affonsus Collor’s da Silva de Mellô quis iniciá-lo com uma expressão que o consagrou: “Minha gente!”. Um atento auxiliar o demoveu da idéia. Affonsus, mais experiente, fez bencinho, mas acatou a mudança. “Dá uma saudade...”, suspirou.

2 comentários:

annie disse...

Hahahaha! Sensacional! Demais o Kinalha!

Anônimo disse...

Olvídio, mestreeeeeeeee